Nomenclaturas, perfis, elementos: como montar a estratégia de gamificação ideal

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Nomenclaturas, perfis, elementos: como montar a estratégia de gamificação ideal

Pode ser no metrô, na fila do mercado, no ônibus ou em qualquer lugar onde se esteja ocioso – não é de hoje que as pessoas utilizam seu tempo livre para dar continuidade às partidas de seus jogos favoritos em busca de zerá-los, conquistá-los, concluí-los, completar todas as fases (levels), ou seja lá qual for o nome que atingir o objetivo final, leve no seu jogo.

Muito do que viemos falando até aqui em nosso blog diz respeito a maneira como as pessoas agem, reagem e interagem em ambientes gamificados, e a influência dos jogos no ambiente de trabalho. Hoje, abordaremos um pouco dessa variedade de possibilidades em relação às diferentes nomenclaturas, perfis de jogadores, entre outros pontos que estão usualmente envolvidos em estratégias de gamificação.

“Segundo um relatório da Gartner, até 2015, mais de 50% das organizações que gerenciam processos de inovação, irão gamificá-los.”

Para montar uma estratégia coerente com o seu negócio, é muito importante criar um Game Design bem elaborado, pois cada público é atraído por elementos diferentes, e claro, é preciso também estar apoiado por profissionais capacitados e com experiência no assunto. O ponto mais importante do Game Design é determinar por que determinada equipe ou colaborador gostaria de jogar. Se essa pergunta for respondida, os objetivos (goals ou achievements) da gamificação serão cumpridos, gerando participação e engajamento das pessoas.

A equipe de vendas, por exemplo, está acostumada com uma rotina atribulada, pressão constante para vender e com o cumprimento de metas, por isso, nesse caso, se divertiriam mais com jogos que envolvam competição. No entanto, se pararmos para pensar sobre departamentos como o administrativo, por exemplo, será que esse tipo de competição seria atrativa para eles?

O grande segredo para determinar qual o tipo certo de estratégia para cada equipe é identificar o que lhes traz satisfação, isto é, observar pelo que elas se interessam, o que elas fazem, como é sua rotina, o que as estimula e do que elas gostam, de fato.

Voltando ao exemplo, o departamento administrativo tem rotinas de gestão como o pagamento de contas. Assim, uma boa estratégia para aumentar a produtividade desses profissionais poderia ser um ranking onde o colaborador acumula badges ou pontuações (scores/points) de acordo com o prazo da realização do pagamento de contas: 5 moedas para pagamentos antecipados, zero moedas para pagamentos no prazo e (-) 5 moedas para pagamentos atrasados. No fim do bimestre, ele pode observar qual seria a pontuação desejada pela empresa e quantos pontos ele fez, ganhando ou não, uma premiação por isso.

Para te ajudar a personificar mais facilmente os tipos de jogadores (ou players) que compõem as suas equipes, nós listamos abaixo os principais perfis que costumamos encontrar nas empresas ao implantar estratégias de gamificação:

  • Realizadores: sua motivação é fazer o que o jogo lhes pede e gostam do status formal na hierarquia do game e no pouco tempo que o conseguiram;
  • Exploradores: querem ser surpreendidos, descobrir mistérios, investigar, explorar e gostam de orientar jogadores menos experientes como um mestre;
  • Socializadores: querem interagir com outros players, buscando conhecer e trocar informação com eles;
  • Predadores: interessados em demonstrar o quão superiores são em relação aos outros jogadores, utilizando o mundo do jogo como catarse.
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